Compras para curtir o visual

Estabelecimentos têm peças de artesanato que são obras de arte; no fim do dia, vale a pausa para ver o pôr do sol

iG Minas Gerais | Luciana Fróes |

Desfrute. O Porto da Barra é lugar ideal para assistir ao pôr do sol. Mas, se quiser ver de camarote, puxe uma cadeirinha no Donna Jô e peça uma porção de pastéis de frutos do mar. No Porto tem lojas, ateliês, espaço cultural, bares e restaurantes.
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Desfrute. O Porto da Barra é lugar ideal para assistir ao pôr do sol. Mas, se quiser ver de camarote, puxe uma cadeirinha no Donna Jô e peça uma porção de pastéis de frutos do mar. No Porto tem lojas, ateliês, espaço cultural, bares e restaurantes.

De longe, parece uma transeunte de chapéu e shortinho, como tantas que passam por ali para desfrutar dos prazeres da praia dos Ossos. Mas, na realidade, é a mais nova escultura de Cristina Motta, a mesma artista que assina a famosa Brigitte Bardot, de malinha em punho, da orla Bardot.

O trabalho serve de chamariz para o novo Antiquário dos Ossos, que o colecionador de arte carioca José Newton Cunha abriu em 2014 na praça dos Ossos, pertinho do mar. É um simpático e espaçoso casarão de esquina, recheado de peças bonitas. A praia ali é outra, mas é divertido explorar o lugar, desfrutar do que está exposto (se der para comprar, melhor), telas, luminárias, cristais, louças... No último leilão teve tela de Guignard e obras de Burle Marx, coisa finíssima. É uma bossa a mais para se curtir nessa alta estação de Búzios.

Beleza pura. Não dá para esnobar a rua das Pedras que, afinal, tem comércio bom (e preguiçoso, que só abre lá pelas 11h). A Âmbar é minha perdição, sempre volto com a mala recheada. É do catarinense Luiz Random, um filósofo que aportou em Búzios há 15 anos.

Nos dois andares você encontra peças de cama, mesa e banho, cestaria vietnamita, tapetes kilim indianos, luminárias filipinas, cerâmicas chinesas e italianas (da Sicília e da Toscana), estatuetas africanas, tecidos e quimonos da Índia e muitos objetos de design. Sérgio Rodrigues, Carlos Motta e Estúdio Manus assinam alguns deles. Há bonitos trabalhos do artesanato brasileiro e de artesãos locais, como peças de madeira de Pedro Petry, bolsas de lona de caminhão reciclada de Ivone Rigobelo, cestaria mineira feita com palha de milho, joias de prata e penas da paulista Beth Tokitaka e gravuras de Armando Mattos.

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