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“O ‘Charlie Hebdo’ ia ao extremo. Mas como é que você luta contra o extremismo sem ir ao extremo? Na década de 70, eu era menino e as pessoas diziam que ‘O Pasquim’ exagerava, pegava pesado e passava dos limites, mas esse limite muito pequeno era determinado pela ditadura. ‘O Pasquim’ foi atacado e teve edições inteiras incendiadas. Essa é a comparação. O nosso ‘Charlie Hebdo’ era o ‘Pasquim’ naquele momento. Só que na França as questões são muito mais profundas e intensas. O Wolinski deu uma entrevista ao ‘Pasquim’ em 1975 e dizia das posições dele naquele momento. Era o mesmo pensamento que ele tinha antes de morrer e, por isso, eles são muito coerentes. Eu defendo a coerência deles, que sempre combateram o mesmo terrorismo”.

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