Allan Sieber

iG Minas Gerais |

Vânia Laranjeira/ CULTURA.RJ
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“O jornal (‘Charlie Hebdo’) pesava a mão mais para o lado do Islã do que para o lado judaico. É um fato. O catolicismo era atacado sem perdão, mas o mesmo não acontecia com os judeus. Teve o episódio do Sine ser despedido em 2010, se não me engano, por fazer uma piada que envolvia judeus etc. Mas não estou relevando nada, longe disso, foi tudo absurdo. O que coloquei aqui é uma questão política, em face do conflito Palestina, Israel e EUA. Mas o jornal sempre foi ótimo, engraçadíssimo e muito corajoso. Um exemplo. Existem temas espinhosos, como religião e racismo. Mas nada é intocável. O censor é o humorista. Se ele fizer uma piada merda, as pessoas vão sacar que ele é um merda, bem básico. Mas ninguém precisa morrer por isso, certo? No máximo, um chute de leve na bunda”.

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