Caco Galhardo

iG Minas Gerais |

vanessa prata/divulgação
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“É sátira pura (o ‘Charlie Hebdo’). Uma sátira libertária e desafiadora, muito pontiaguda. Obviamente, acaba incomodando muita gente. Pena que essas pessoas não saibam rir de si mesmas. Defendo a liberdade de expressão. O humor é um oxigênio para a sociedade e alfineta o ridículo ou absurdos dos nossos próprios atos, muitas vezes revelando verdades que nos fazem rir. Mas, como tudo, tem seus limites e pode ofender muita gente. A lista negra do Hitler era encabeçada por cartunistas ingleses que satirizavam seu comportamento; o genocida alemão não titubearia em fuzilar todos eles. A princípio, tudo é tema para a sátira e os humoristas têm mais é que testar seus limites. Quem deve regular esses limites é a sociedade, assimilando ou reprovando essas mensagens”.

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