Laílson

iG Minas Gerais |

Arquivo pessoal
undefined

“O humor francês sempre foi corrosivo, desde a Revolução Francesa. No tempo em que a gente tinha o ‘Pasquim’, ele era contra a ditadura. Mas e se o ‘Pasquim’ fosse se autolimitar, como seria? O ‘Charlie Hebdo’ procurava contestar o sistema social, era iconoclasta, anárquico, como eles mesmo colocavam na capa: um jornal irresponsável. Se propunham a ser a palmatória do mundo. Eles eram tão autênticos, que mesmo depois de a redação ter sido incendiada por terroristas, continuaram fazendo o que acreditavam. Morreram pelo direito de dizer livremente o que pensavam. O humor só tem duas classificações: bem feito ou mal feito. Politicamente correto é uma imposição fascista para que todos sejam iguais. As pessoas têm direitos iguais, mas são diferentes”.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave