Presença de Alessandro Fadul deu novo gás a UFJF

Comandante já realiza algumas mudanças, dando oportunidades para jogadores que não estavam sendo utilizados

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Último clube de Fadul foi o Voltaço Vôlei-RJ
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Último clube de Fadul foi o Voltaço Vôlei-RJ

A chegada de um novo treinador sempre costuma dar um novo ânimo a um time. Com a UFJF não foi diferente. Assim que Alessandro Fadul assumiu, no lugar de Chiquita, o time conseguiu importante resultados. Logo na estreia, uma vitória, fora de casa, sobre o Montes Claros Vôlei, na Copa Brasil. O resultado colocou a equipe da Zona da Mata frente a frente com o forte Sesi-SP, pelas quartas de final da competição. A grande diferença de investimento entre os dois times não pesou para uma nova vitória mineira, fato que mostrou a muitos a qualidade do elenco de Fadul, que ainda busca presença no G-8, grupo dos que passam para os playoffs da Superliga.

"Estamos motivados, trabalhando forte, em busca da melhor forma de jogo. Estamos crescendo", comemora o treinador, que no ano passado foi assistente técnico do Voltaço Vôlei-RJ.

Apesar da eliminação na Copa Brasil para o Sada Cruzeiro, em jogo de cinco sets, Fadul acredita que o bom trabalho será mantido, principalmente pelas oportunidades que alguns jogadores começam a ganhar.

"Comecei a jogar com dois líberos (Tatinho e Fábio Paes), um para defender e outro para recepcionar, coisa que não acontecia antes. A presença de um outro técnico traz uma aspiração para alguns atletas que não estavam jogando", mostra.

No jogo contra o Vôlei Brasil Kirin-SP, no dia 7 de janeiro, pela Superliga, Fadul não usou apenas um dos seus jogadores que estava no banco. "Estou tentando rodar o grupo, mas isso também depende da exigência das partidas. Todos precisam estar preparados", mostra.

Neste sábado, a UFJF encara o líder Sada Cruzeiro, fora de casa, às 17h, pela Superliga.

Descanso. Enquanto isso, o ex-treinador Chiquita está com sua família em Porto Alegre. Ele tem contrato com a UFJF até o final da temporada e sua utilização deve acontecer até lá. Seu retorno  para a cidade da Zona da Mata está programado em fevereiro.

"Ele merece uma folga depois de tudo que aconteceu. Ainda não definimos qual função ele irá ocupar, talvez algo com as categorias de base", aponta Maurício Bara, diretor técnico da equipe. A UFJF mantém times nas categorias mirim, infantil e infanto. A criação de um time juvenil está sendo estudada.