Cerveró pode prestar depoimento à PF nesta quinta

Ex-diretor da Petrobras é suspeito de envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro; ele foi detido na madrugada de quarta (14) em aeroporto internacional do Rio

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

PR - OPERAÇÃO LAVA JATO/PRISÃO/CERVERÓ - POLÍTICA - Agentes da Polícia Federal conduzem o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró.   Acusado de envolvimento na Operação Lava Jato, ele foi detido ao desembarcar no Aeroporto   Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, de um voo proveniente de Londres, e levado para a   carceragem da PF em Curitiba, onde estão presos os outros investigados na Operação Lava Jato.     14/01/2015 - Foto: JONATHAN CAMPOS/AGÊNCIA DE NOTÍCIAS GAZETA DO POVO/ESTADÃO CONTEÚDO ta15011
ESTADÃO CONTEÚDO
PR - OPERAÇÃO LAVA JATO/PRISÃO/CERVERÓ - POLÍTICA - Agentes da Polícia Federal conduzem o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró. Acusado de envolvimento na Operação Lava Jato, ele foi detido ao desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, de um voo proveniente de Londres, e levado para a carceragem da PF em Curitiba, onde estão presos os outros investigados na Operação Lava Jato. 14/01/2015 - Foto: JONATHAN CAMPOS/AGÊNCIA DE NOTÍCIAS GAZETA DO POVO/ESTADÃO CONTEÚDO ta15011

Nestor Cerveró deve ser ouvido nesta quinta-feira (15) pela Polícia Federal. O ex-diretor da área Internacional da Petrobras foi detido na madrugada de quarta-feira (14), ao desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, conhecido como Galeão, no Rio de Janeiro.

Segundo informações do portal 'G1', o advogado do ex-diretor, Edson Ribeiro, tinha afirmado que Cerveró permaneceria em silêncio durante o depoimento. Entretanto, após confirmação do MPF da existência de documentos, ele pode adotar uma postura diferente.

Cerveró é suspeito de envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro, investigado pela Polícia Federal, na Operação Lava Jato. Ele foi encaminhando para Curitiba, onde as investigações acontecem.

De acordo com o Ministério Público Federal, a prisão do ex-diretor foi uma medida preventiva já que existia indícios de que ele ainda estava praticando crimes e tentando se ocultar da Justiça.