Dilma cancela ida a Davos para prestigiar posse de Evo Morales

A participação de Dilma no fórum econômico, que acontece entre 21 e 24 de janeiro, ainda não estava confirmada

iG Minas Gerais | Folhapress |

Bolivia's President Evo Morales in greeted by supporters upon his arrival to vote at a polling station in Villa 14 de Septiembre, in the Chapare region, Bolivia, Sunday, Oct. 12, 2014. Bolivians are voting in general and presidential elections Sunday. President Evo Morales appeared headed to an unprecedented third term.(AP Photo/Juan Karita)
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Bolivia's President Evo Morales in greeted by supporters upon his arrival to vote at a polling station in Villa 14 de Septiembre, in the Chapare region, Bolivia, Sunday, Oct. 12, 2014. Bolivians are voting in general and presidential elections Sunday. President Evo Morales appeared headed to an unprecedented third term.(AP Photo/Juan Karita)

A presidente Dilma Rousseff desistiu de participar do Fórum Econômico Mundial de Davos, que acontecerá na semana que vem em Davos, Suíça, para comparecer à cerimônia de posse do presidente da Bolívia, Evo Morales, em La Paz. A participação de Dilma no fórum econômico, que acontece entre 21 e 24 de janeiro, ainda não estava confirmada. Havia uma previsão de viagem, que foi descartada nesta terça. Dilma deve viajar para a Bolívia no dia 21 de janeiro. Evo Morales assumirá seu terceiro mandato. Ele foi reeleito em outubro com 61% dos votos válidos. O boliviano foi uma das autoridades estrangeiras que esteve em Brasília em 1º de janeiro para prestigiar a posse de Dilma em seu segundo mandato. Dilma enviará o ministro Joaquim Levy (Fazenda) e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para representar o país em Davos. A presidente participará ainda da 3ª Cúpula da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos), que acontecerá na Costa Rica em 28 e 29 de janeiro, logo após a primeira reunião ministerial que realizará em Brasília, em 27 de janeiro. LEVY Em café da manhã nesta terça com jornalistas, Levy disse que deve ir ao fórum e que levará a mensagem de que o Brasil é uma economia com grandes recursos, que sabe fazer mudanças na condução da sua política macroeconômica, mantendo benefícios sociais. Levy quer levar a imagem de um "Brasil dinâmico, ágil, atento às demandas dos jovens", e com o desafio de melhorar a qualidade dos gastos públicos.

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