Leandro Donizete quer manter invencibilidade contra o Cruzeiro em 2015

Com o atacante Dagoberto de saída, o volante já sabe quem será o algoz nos clássicos desta temporada

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Final mineira da Copa do Brasil 2014 configura o maior clássico da história de Cruzeiro e Atlético
ALEX DE JESUS/O TEMPO
Final mineira da Copa do Brasil 2014 configura o maior clássico da história de Cruzeiro e Atlético

Além de faturar dois títulos em 2014 - a Copa do Brasil e a Recopa Sul-Americana-, a temporada passada também foi especial para Atlético por causa da invencibilidade que o clube alvinegro ostentou sobre o arquirrival, o Cruzeiro. Das sete partidas disputadas, foram quatro vitórias e três empates. 

 

Símbolo da raça alvinegra em campo, o volante Leandro Donizete incorpora bem o significado de tal marca para o torcedor atleticano. Para 2015, ele projeta mais disputas acirradas com a Raposa e deseja manter o bom retrospecto em clássicos. O tempo maior de pré-temporada será um fator favorável, segundo o atleta. 

"Vai ser mais forte, estamos mais preparados. Temos mais tempo para trabalhar, são 25 dias. Tudo para ter um excelente ano. Se Deus quiser vai ser mais um ano sem perder clássicos, que é um campeonato à parte", disse Donizete. A invencibilidade contra a Raposa foi fundamental para o Atlético faturar o inédito título da Copa do Brasil.

Mas ele também espera mais dificuldades em 2015, pois vê o time do Cruzeiro pressionado por um resultado positivo no maior clássico de Minas Gerais. Ele também entende que o Atlético está pronto para manter o retrospecto. 

"Ficar um ano sem ganhar o clássico é difícil, com certeza vai ter cobrança em cima deles. Mas nós estamos preparados para manter esse tabu aí por mais uma temporada", afirmou. 

Dentro de campo, Donizete já protagonizou lances ríspidos com alguns atletas celestes. Um deles, o atacante Dagoberto, está de saída da Toca da Raposa II. Mesmo assim, o volante já se mostrou pronto para novas "batalhas". 

"Sempre sobra para algum, ainda sobrou bastante jogador que tem raiva.  Mas isso é só dentro de campo, fora dele somos todos amigos. Mas a rixa existe mesmo, não tem como tirar. Lógico que a gente não vai entrar para machucar ninguém, mas vai sair um tapa, um empurrão. Um xinga o outro e isso é natural no clássico", destacou. 

E ele já tem em mente o "algoz" do próximo clássico, mas preferiu deixar em segredo. 

"Deixa quieto, deixa acontecer. No próximo clássico vocês vão ver quem é", concluiu. 

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