Televisão serve como um bônus na carreira da atriz paranaense

iG Minas Gerais |

Cria do teatro curitibano, Fabiula Nascimento nunca pensou em trabalhar na TV. Não por preconceito com o veículo, como costuma acontecer, mas porque sua carreira já estava bem estabelecida. “Ao contrário do que as pessoas acham, sucesso, para mim, é você sobreviver, pagar suas contas com seu trabalho. E isso eu já faço há 20 anos”, afirma. “Hoje, a televisão é um bônus da minha vida. É muito legal interpretar para uma multidão”, completa.

Por influência da também atriz Katiuscia Canoro, amiga e conterrânea, Fabiula se mudou para o Rio de Janeiro. As duas resolveram encenar a peça “D. Graça” na cidade. Mas, por várias vezes, o espetáculo precisou ser cancelado por falta de plateia. Até que Katiuscia começou a trabalhar no “Zorra Total” e Fabiula apareceu no filme “Estômago”. “Nessa época, em 2007, tudo mudou. Passamos a fazer a peça para 7.000 pessoas”, recorda ela, que estreou na TV fazendo pequenas participações. Mas o primeiro trabalho de maior destaque foi como a Jaqueline de “Força Tarefa”. “Tive a sorte de começar minha carreira com José Alvarenga. Digo que ele é meu padrinho na Globo”.

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