Bancada do PT perde espaço para o PMDB

O PT baiano perderá dois nomes para o governo de Rui Costa, com substitutos do PSD e do PCdoB

iG Minas Gerais |

Patrus é um dos petistas que deixarão o cargo para ser ministro
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Patrus é um dos petistas que deixarão o cargo para ser ministro

Brasília. A bancada do PT na Câmara começará o ano legislativo em 1º de fevereiro menor do que saiu das urnas. Seis parlamentares eleitos assumiram cargos nos governos estaduais e federal, e seus suplentes são de outras siglas, reduzindo a bancada de 69 para 63 deputados. O PT deixará de ter o maior número de deputados e será ultrapassado pelo PMDB, que não perdeu nenhuma das 66 vagas até agora e ainda ganhou uma cadeira.

Para efeito de distribuição de cargos, o critério da proporcionalidade seguirá o número de eleitos em outubro, ou seja, o PT ainda será considerado maior partido porque elegeu mais parlamentares. A preocupação dos líderes da legenda é que, com uma base aliada menor, será mais difícil aprovar temas de interesse do governo.

O PT mineiro perdeu três parlamentares: o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) e os deputados eleitos Odair Cunha e Miguel Corrêa. Odair assumiu a Secretaria de Governo de Fernando Pimentel, e o Corrêa, a pasta de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Pela lista atual de suplentes, o primeiro a assumir uma das vagas é Ademir Prates (PROS), seguido de Silas Brasileiro (PMDB) e de Wadson Ribeiro (PCdoB). A quarta da suplência é a petista Maria do Carmo Perpétuo, que ficará no lugar de George Hilton (PRB), ministro do Esporte.

O PT baiano perderá dois nomes para o governo de Rui Costa, com substitutos do PSD e do PCdoB. Do Piauí, a sigla perde uma cadeira para o governo. O suplente é do PR.

Arquivado

Processo. O STJ arquivou uma ação contra o deputado Eduardo Cunha (RJ), que se arrastava desde 2006. Ele era acusado de improbidade quando foi presidente da Companhia de Habitação do Rio.

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