Técnico comenta saída de Egídio: 'É a independência financeira dele'

Lateral-esquerdo bicampeão brasileiro e titular absoluto do time deixou o Cruzeiro com destino ao Dnipro, da Ucrânia

iG Minas Gerais | GUILHERME GUIMARÃES |

ESPORTES - BELO HORIZONTE - MG - REAPRESENTACAO CRUZEIRO
O time do Cruzeiro se reapresenta para a temporada 2015 na Toca da Raposa II .
NA FOTO: Egidio

FOTO: RICARDO MALLACO / O TEMPO - 07.01.2015
RICARDO MALLACO / O TEMPO
ESPORTES - BELO HORIZONTE - MG - REAPRESENTACAO CRUZEIRO O time do Cruzeiro se reapresenta para a temporada 2015 na Toca da Raposa II . NA FOTO: Egidio FOTO: RICARDO MALLACO / O TEMPO - 07.01.2015

O começo de 2015 no Cruzeiro é marcado por chegadas e saídas de jogadores. Enquanto alguns atletas têm o primeiro contato com o clube, caso dos novos contratados – Leandro Damião, Joel,  e Felipe Seymour -, outros vivem clima de adeus. Como o lateral-esquerdo Egídio, negociado com o Dnipro (UCR).

Bicampeão brasileiro com a Raposa e titular absoluto do técnico Marcelo Oliveira, o camisa 6 deixa à Toca II para garantir sua independência financeira.

“A respeito do Egídio, uma situação que as vezes é inevitável, questões comerciais e até o desejo do jogador. No período em que esteve com a gente foi muito bem, sempre profissional, dedicado. Agora, aos 28 anos, tem a oportunidade de ganhar um dinheiro melhor, fazer sua independência financeira. Difícil segurar o jogador”, comentou o treinador.

Sobre substitutos, Marcelo Oliveira não quis comentar sobre contratações, mas disse que o Cruzeiro está atento ao mercado. O próprio presidente Gilvan de Pinho Tavares admitiu que o clube tenta contratar um lateral-esquerdo estrangeiro que atua no futebol brasileiro. 

“O Cruzeiro tem a base absoluta do seu elenco, estamos absolutamente tranquilos, confiantes e conscientes de que iremos fazer um grande trabalho em 2015. Em princípio, estaremos com Gílson, Breno Lopes e se acharmos necessário, o Cruzeiro está atento, monitorando atletas de todas as competições. O mercado nessa posição é um pouco restrito”, avaliou Oliveira.

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