Papa reza pelas vítimas do atentado contra jornal "Charlie Hebdo"

"Rezemos agora pelas vítimas dessa crueldade. Tantas vítimas! E rezemos também pelas pessoas cruéis, para que o Senhor converta seus corações", declarou o pontífice

iG Minas Gerais | AFP |

Papa Francisco rezou nesta quinta-feira (8) em sua missa matinal pelas vítimas do atentado contra jornal francês
AFP PHOTO / ALBERTO PIZZOLI
Papa Francisco rezou nesta quinta-feira (8) em sua missa matinal pelas vítimas do atentado contra jornal francês

O papa Francisco rezou nesta quinta-feira (8) em sua missa matinal pelas vítimas do atentado contra a revista francesa Charlie Hebdo.

"O atentado de ontem em Paris nos faz pensar em toda essa crueldade humana; nesse terrorismo, seja um terrorismo isolado ou o terrorismo de Estado. A crueldade da qual o homem é capaz!", declarou na missa diária que celebra na residência de Santa Marta.

"Rezemos agora pelas vítimas dessa crueldade. Tantas vítimas! E rezemos também pelas pessoas cruéis, para que o Senhor converta seus corações", acrescentou, em declarações à Rádio Vaticana.

Pouco depois, o santo padre enviou em seu Twitter em todos os idiomas a mensagem com o hastag #PrayersforParis (Orações por Paris).

 

#PrayersForParis

— Papa Francisco (@Pontifex_pt) 8 janeiro 2015  

Na véspera, Francisco condenou com a "maior firmeza o horrível atentado", segundo seu porta-voz, padre Federico Lombardi.

"O Santo Papa expressa sua mais forte condenação pelo horrível atentado, que deixou de luto, esta manhã, a cidade de Paris", indicou o porta-voz do Vaticano, em um comunicado.

Nesta condenação sem ambiguidade, Jorge Bergoglio lançou ainda um apelo a todos que "se oponham com todos os meios à difusão do ódio e a toda forma de violência, física ou moral, que destrói a vida humana, viola a dignidade da pessoa".

"O que quer que possa ser a motivação, a violência mortal é abominável, nunca é justificada, a vida e a dignidade devem ser garantidas", declarou, ainda, o Papa, segundo o comunicado.

"Qualquer instigação ao ódio deve ser repudiada", avaliou, ainda, o Papa.

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