Segunda maior guerrilha da Colômbia se diz disposta a cessar-fogo

Conflitos entre Exército de Libertação Nacional (ELN) e governo já duram 50 anos; gestão do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, já negocia com as Farc, que mobiliza aproximadamente 8.000 homens

iG Minas Gerais | Folhapress |

O segundo maior grupo guerrilheiro da Colômbia, o Exército de Libertação Nacional (ELN), disse estar disposto a depor as armas se o governo do país iniciar negociações para encerrar conflitos que já duram 50 anos.

"O governo tem dito que quer acabar com o conflito armado. Vamos examinar a vontade real do governo e, se ao final concluirmos que armas não são mais necessárias, estamos prontos para considerar depô-las", disse a guerrilha de esquerda num comunicado em vídeo, divulgado via Twitter.

Calcula-se que o ELN tenha cerca de 1.500 homens. A gestão do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, já negocia com as Farc, maior guerrilha do país, que mobiliza aproximadamente 8.000 homens.

Nas últimas cinco décadas, os sucessivos confrontos entre o governo, as duas guerrilhas marxistas e grupos paramilitares de direita mataram quase 250 mil pessoas na Colômbia.

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