Lote de canela moída é interditado por conter pelo de roedor

Produto apresentou resultado insatisfatório na pesquisa de matéria estranha na macroscópica e microscópica

iG Minas Gerais | DA REDAÇÂO |

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição cautelar do lote 03/2014 (val. 03/2016) da canela moída pura da marca Pachá, embalagem de 30g, por conter pelo de roedor acima do limite estabelecido. O produto é fabricado pela empresa Arcos, que fica em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

A determinação da agência foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União e tem validade de 90 dias. O texto apresenta um laudo do Instituto Octávio Magalhães, da Fundação Ezequiel Dias, apresentou resultado insatisfatório na pesquisa de matéria estranha na macroscópica e microscópica por causa da presença, acima do limite de tolerância estabelecido, de pelo de roedor (matéria estranha indicativa de risco à saúde humana).

A empresa irá emitir uma nota sobre o assunto ainda nesta quarta-feira.

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