Cartunista teve seu nome entre os procurados pela Al Qaeda

Em 2011, um atentado com coquetéis molotov incendiou parte da sede da revista; desde então, alguns membros estão com segurança pessoal reforçada

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

O diretor e chargista do Charlie Hebdo, Charb, segurando uma das capas polêmicas da publicação
reprodução/ twitter.com/ecversace
O diretor e chargista do Charlie Hebdo, Charb, segurando uma das capas polêmicas da publicação

Devido às recorrentes ameaças e o primeiro atentado, que aconteceu em 2011,  após a divulgação de uma edição que fazia piada com a lei islâmica, alguns  membros da redação já estavam sob proteção policial.  Na ocasião, um atentado com coquetéis molotov incendiou parte da sede da revista no distrito 11 do leste de Paris.

Stéphane Charbonnier, o diretor de publicações Charlie Hebdo e cartunista, afirmou, em 2012, que não eles eram inimigos do Islã. Ele está entre os mortos do ataque desta quarta-feira (07).

Charb, como era conhecido, estaria em uma lista da Al Qaeda. Ele defendeu as caricaturas de Maomé,  que causaram indignação no mundo muçulmano.

Em 2013, seu nome foi incluído em uma lista de "Procurado Vivo ou Morto" por ter "cometido crime contra o Islã". O nome dele foi publicado pela "Inspire", a revista propaganda terrorista publicada pela Al Qaeda.

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