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Em 2013, o Instituto Nacional do Plástico (INP) afirmou que não havia matéria-prima no Brasil suficiente para produzir o número de sacolas biodegradáveis que são consumidas diariamente

iG Minas Gerais | Ana Paula Pedrosa |

Em julho do ano passado, o Instituto Ideais, especializado em plásticos, colocou seus conhecimentos à disposição do governo de Minas Gerais e do Procon para ajudar no cumprimento da Lei das Sacolas. O instituto também informou quais as normas e laudos cada tipo de plástico deve seguir para comprovar suas características, e alertou para o grande número de fraudes em sacolas plásticas no mercado.  

Em Belo Horizonte, há denúncias de uso de sacolas feitas de plástico comum e vendidas como biodegradáveis desde 2011. Diversas vezes, a prefeitura e os órgãos de defesa do consumidor prometeram realizar testes para comprovar a autenticidade dos plásticos, mas ainda não apresentaram os resultados.

Em 2013, o Instituto Nacional do Plástico (INP) afirmou que não havia matéria-prima no Brasil suficiente para produzir o número de sacolas biodegradáveis que são consumidas diariamente.

Tanto a lei de Belo Horizonte quanto a estadual exigem que as sacolas tragam nome e CNPJ do fabricante e declaração expressa de que estão de acordo com as normas. 

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