Aécio deve ser reconduzido ao comando do PSDB

Homem forte no governo tucano, Danilo de Castro é cotado para comandar a sigla em MG

iG Minas Gerais | Denise Motta |


Se Danilo for eleito, tradição de indicação de deputados será quebrada
Alex de Jesus / O Tempo
Se Danilo for eleito, tradição de indicação de deputados será quebrada

O PSDB definiu que a convenção nacional da legenda que elegerá a nova direção partidária acontecerá no dia 23 de maio, em Brasília. Há consenso entre os tucanos de que o atual presidente da sigla, o senador mineiro Aécio Neves, candidato derrotado à Presidência, deve ser reconduzido para mais um mandato, que terminará em 2017.

Isso significa que ele será o principal operador na montagem dos palanques municipais do partido nas eleições de 2016.

Em Minas, a previsão é a de que a discussão sobre a nova direção estadual tucana esquente a partir de março. Os principais nomes cotados para suceder Marcus Pestana são o do deputado federal Domingos Sávio e o do ex-secretário de Governo de Minas e ex-deputado federal Danilo de Castro. Caso Castro seja o escolhido, quebra-se uma tradição de indicação de um nome da bancada federal.

Em 2008, o Conselho de Ética Pública do Estado, a exemplo de medida tomada pelo governo federal, emitiu recomendação para que integrantes do primeiro escalão escolhessem entre o cargo de secretário e o dirigente partidário. Na ocasião, Dilzon Melo, secretário de Desenvolvimento Regional, afastou-se da presidência do PDT de Minas.

Nomeado secretário de Governo por Fernando Pimentel, Odair Cunha deve deixar o comando do PT-MG para se dedicar exclusivamente à nova função. Outro cacique que assume novo posicionamento no xadrez político mineiro é o vice-governador Antônio Andrade, presidente do PMDB. A eleição para a nova executiva peemedebista será em outubro, e nomes para assumir o comando ainda estão sendo discutidos.

Conflitos

Justificativa. Ao recomendar, em 2007, que dirigentes partidários não ocupem cargos públicos de confiança, a Comissão de Ética da Presidência da República alegou “conflitos de interesses”.

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