Nada de uniformes, e o morador é como patrão

Na hora de se mudar para o ambiente alternativo da primeira Green House em Tupelo, no Mississippi, ela se transformou

iG Minas Gerais | Jane E. Brody |

Nova York. Em uma Green House – onde a atmosfera é caseira, os funcionários não usam uniformes e consideram os moradores como seus patrões – é comum que idosos debilitados efetivamente voltem à vida. Mildred Adams é um bom exemplo da transformação. Durante anos viveu em um lar onde, segundo sua família, “vinha deteriorando física e mentalmente”.  

Na hora de se mudar para o ambiente alternativo da primeira Green House em Tupelo, no Mississippi, ela se transformou. Em sua primeira refeição lá, pegou a colher de seu filho, comeu sozinha, ergueu seu copo e começou a cantar “Amazing Grace”. Carmen Rideout trabalhava com idosos em Sheridan, no Wyoming, e decidiu montar uma Green House na cidade, a primeira patrocinada pela comunidade e com enfermagem qualificada no país. Com o apoio público, uma nova legislação foi aprovada para viabilizar o projeto de US$ 10 milhões. Os primeiros moradores se mudaram para o lar de Sheridan há três anos e estão cumprindo a meta de Thomas de ter “uma vida que vale a pena ser vivida” nos últimos anos de suas vidas. Dr. Seymour Thickman, em Sheridan, tem incentivado o Veterans Affairs Medical Center a ver de perto o modelo de Green House e usá-lo para veteranos de guerra. 

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