Veterano pego de surpresa

Henri Pagnoncelli sai de “Os Dez Mandamentos” para participar da segunda temporada de “Plano Alto”

iG Minas Gerais | Raquel Rodrigues |

Curioso. Ator ainda não tem pistas de como será o personagem e aguarda dicas do autor da série
Isabel Almeida/czn
Curioso. Ator ainda não tem pistas de como será o personagem e aguarda dicas do autor da série

Henri Pagnoncelli se surpreendeu ao ser chamado para a segunda temporada de “Plano Alto”. Embora soubesse que existia a chance de uma continuação da história de Marcílio Moraes, o ator não acreditava muito nessa possibilidade. No entanto, por ter sido alvo de boas críticas, a série volta ao ar em 2015, apesar da baixa audiência. Para interpretar novamente o advogado e assessor político Jorge Baldini, Henri foi retirado do elenco de “Os Dez Mandamentos”, novo folhetim da Record. “Tinha sido convocado para a novela no final da série. Inclusive, cheguei a fazer, no mês de novembro, os testes de maquiagem, de figurino e até recebi o primeiro capítulo”, relata.  

Foi no final de novembro que a produção do elenco ligou para o ator informando sobre a continuação de “Plano Alto”. Mesmo com vontade de permanecer no elenco da nova novela da Record, dirigida por Alexandre Avancini, o chamado para retornar ao projeto de Marcílio o encheu de orgulho. “Foi uma mistura de emoções. Fiquei triste, feliz e surpreso ao mesmo tempo”, tenta explicar. Ainda sem pistas de como o seu personagem volta na série, Henri está curioso sobre os planos do autor, já que interpreta o assessor do governador Guido Flores, interpretado por Gracindo Jr., que faleceu no último capítulo da primeira temporada. “Marcílio me disse que está gestando o projeto ainda. Agora estou aguardando. Fiquei sabendo que, por causa da gravidez da Daniela Galli, devemos começar a gravar só a partir de maio”, entrega.

Embora o seriado ocupe um lugar especial em sua trajetória, Henri destaca outros momentos marcantes da carreira. Entre eles, quando interpretou Orlando em “Laços de Família” e contracenava com Giovanna Antonelli. Assim como a peça “Doze Homens e Uma Sentença”, que fez por três anos e o encontro na arte e na vida com a mulher, Teresa Frota. “A conheci porque um amigo me convidou para fazer uma peça no grupo Tapa, do qual ela é fundadora. Ali começamos essa parceria que já dura 28 anos. Esse realmente foi um momento marcante”, conclui.

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