Com a benção de São Victor, Rodolfo tenta fechar o gol na Copinha

Goleiro do time júnior espera brilhar pelo Atlético, inspirado nas atuações e nas lições do camisa 1 da equipe principal

iG Minas Gerais | THIAGO PRATA |

Rodolfo (à direita) será o responsável em fechar o gol contra os adversários na Copinha
Atlético/Divulgação
Rodolfo (à direita) será o responsável em fechar o gol contra os adversários na Copinha

Quando Victor usou o pé esquerdo para defender o pênalti cobrado por Riascos, aos 48 min do segundo tempo do jogo contra o Tijuana, pelas quartas de final da Libertadores, nascia ali um santo, um mito. E também a inspiração de muitos jovens goleiros no Brasil que sonham em viver momentos marcantes como aquele episódio épico da história do Galo. Um deles é Rodolfo, arqueiro do time júnior do Atlético e que teve o privilégio de treinar ao lado do monstro da camisa 1 alvinegra.

Durante o período em que integrou o plantel principal em 2014, Rodolfo se sentiu honrado em a oportunidade de conviver com seu maior ídolo. Lições foram dadas, na melhor relação mestre-pupilo.

E nesta Copa São Paulo, o jovem de Sete Lagoas promete fechar o gol, tentando seguir os passos de seu mentor.

Confira a entrevista concedida pelo goleiro Rodolfo ao SuperFC

Conte-nos um pouco sobre sua vida dentro do Atlético. Completei sete anos de clube. Joguei desde o mirim, passei pelo pré-infantil, infantil, juvenil e estou no júnior agora.

Qual sua maior inspiração no futebol? Temos um grande goleiro aqui que é o Victor, goleiro de seleção brasileira. Foi muito boa essa oportunidade de treinar com ele. A gente pega ele como exemplo, recebe muitas dicas dele. O pessoal que é mais novo tenta tirar o máximo de proveito desta experiência para colocar em prática.

Existe outro goleiro que serve de referência para você? Gosto muito de citar o Diego Alves, que está na seleção. Acompanhei ele no Atlético também, quando eu era bem mais novo, gosto muito do futebol dele. Mas o Victor é meu maior exemplo.

Já conhecia o Marcos Rocha, que, assim como você, é de Sete Lagoas, antes de chegar ao Atlético? Conheço o Marcos Rocha desde pequeno. Não cheguei a bater bola com ele antes não, mas com o irmão dele sim, pois o irmão dele era mais novo, assim como eu. Com o Marcos mesmo, foi só aqui no Atlético. Ele é brincalhão, gosta de dar uma zoada, mas é tranquilo (risos).

O Rocha também seria um exemplo pra você, por ser da mesma cidade? Serve sim, é um exemplo. A gente o acompanha há muito tempo, é exemplo e inspiração para chegar longe.

Qual a expectativa para esta edição da Copinha? É minha terceira Copa São Paulo. Nas outras duas fui reserva. Agora, tenho a possibilidade de jogar. É meu último ano no time júnior e vou me dedicar ao máximo. Nos preparamos bem para fazer uma ótima campanha.

Qual seus pontos fortes? Difícil falar da gente mesmo (risos). Mas acredito que velocidade é uma virtude minha, pelo biotipo.

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