Não trabalhamos com surpresas, diz o novo ministro da Fazenda

Joaquim Levy assumirá formalmente o cargo do seu antecessor, Guido Mantega, na próxima segunda-feira (5); ele ainda não adiantou nomes da nova equipe

iG Minas Gerais | Folhapress |

Até 2050, mais de um terço da população do Brasil
terá mais de 65 anos
valter Campanato/ agência brasil - janeiro 2006
Até 2050, mais de um terço da população do Brasil terá mais de 65 anos

O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, evitou comentar sobre os cortes de gastos que estão por vir e novas medidas econômicas, dizendo que há um rito de programação orçamentária e que não trabalha "com surpresas".

Ele afirmou nesta sexta-feira (2), após a transmissão de cargo do novo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, que vai aguardar até a próxima segunda-feira (5), quando recebe formalmente o cargo de seu antecessor, Guido Mantega, para adotar qualquer iniciativa. Levy não adiantou nomes de sua nova equipe. 

Na cerimônia de transmissão de cargo, Barbosa destacou que as mudanças anunciadas recentemente para conter gastos, como mudanças nas regras de concessão de seguro desemprego e abono salarial, terão impacto rápido. O governo estima economizar R$ 18 bilhões por ano com as mudanças.

Barbosa anunciou ainda que haverá mudança no cálculo de reajuste do salário mínimo, de 2016 e 2019, mas que ele continuará a ser maior do que a inflação. O valor do salário em 2015 está definido em R$ 788.

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