Laboratórios querem versão sem efeitos adversos

iG Minas Gerais |

Nova York. Laboratórios farmacêuticos esperam resolver o problema das experiências alucinógenas ao tomar o medicamento desenvolvendo outras drogas que atuem como a cetamina, mas sem os efeitos colaterais, muitas vezes descritos como experiências extracorpóreas.

A empresa de capital fechado Naurex informou que sua medicação não provocou efeitos colaterais psicóticos em estudo em etapa intermediária envolvendo perto de 400 pacientes. Chamado GLYX-13, o remédio demonstrou sinais de reduzir a depressão em cerca de metade dos pacientes.

Com sede em Evanston, Illinois, a Naurex levantou US$ 80 milhões e vai começar a fase três do teste clínico para confirmar a segurança e a eficácia do GLYX-13 no ano que vem, com a esperança de receber aprovação da FDA, agência norte-americana reguladora de alimentos e medicamentos, em 2019.

A Cerecor, empresa de capital fechado de Baltimore, também espera ter resultados do estudo em estágio intermediário de uma pílula diária em dezembro. A Johnson & Johnson se encontra em etapa similar de um spray nasal contendo um derivado da cetamina.

Todavia, conquistar segurança e eficácia neste tipo de droga pode ser desafiador, e algumas tentativas fracassaram. Há quase um ano, a AstraZeneca desistiu de um medicamento experimental após sua falha em estudo clínico. (AP/NYT)

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