Trabalho e estudo ficam longe de casa e também dos sonhos

iG Minas Gerais |

Quem vive nos bairros com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) costuma encontrar o ganha-pão justamente em locais onde a realidade é oposta, como na região Centro-Sul de Belo Horizonte e em outras áreas com alto IDHM.

Darlane Queiroz, 25, usa três ônibus por dia para chegar ao trabalho, em Nova Lima, na região metropolitana. Três vezes por semana, a empregada faz o trajeto de mais de 50 km para ajudar o marido, motorista de caminhão, nas despesas de casa.

Os que buscam qualificação também vão “longe”, literalmente. Claciene Dias de Oliveira, 29, cursa técnico em química na capital e pretende parar por aí. “Não quero fazer faculdade, a distância cansa demais”, diz. (LC)

 

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