Alarmes Santa Rita inova na segurança

Empresa de Santa Rita do Sapucaí faz produto que permite rastreamento pelo celular

iG Minas Gerais | Helenice Laguardia |

Liderança. Roberto Pinto, fundador da Alarmes Santa Rita, também é presidente do Sindvel
Sindvel / Divulgacao
Liderança. Roberto Pinto, fundador da Alarmes Santa Rita, também é presidente do Sindvel

Dentro do parque tecnológico em regime de APL – Arranjo Produtivo Local do Vale da Eletrônica –, em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, Roberto de Souza Pinto monta as placas, faz as etiquetas, injeta as caixas, faz as caixas de metais e os painéis da Alarmes Santa Rita, sua empresa há 19 anos no mercado. Agora, o empresário apresenta uma nova central de alarme. Ela permite instalar 220 sensores sem fio, colocar nome em cada sensor e no controle remoto das pessoas que estão usando a central de alarme. “Então, eu sei quem armou e desarmou o alarme, qual sensor ela acionou, ativo e desativo à distância, tudo isso via celular. É o alarme na palma da sua mão”, resume o executivo.

A Alarmes Santa Rita também produz localizador e bloqueador sem mensalidade, rastreador e localizador para caminhões e carretas e rastreador portátil de cargas e pessoas.

O alarme, que foi lançado durante a Feira Industrial do Vale da Eletrônica, em setembro para distribuidores, é uma espécie de upgrade de um rastreador de veículos fabricado pela Alarmes Santa Rita. “A minha empresa produziu no passado centrais de alarme para as residências e, depois, ficou só fazendo rastreamento de veículos, cargas e pessoas”, conta o empresário que investiu cerca de R$ 180 mil no novo item do portfólio.

Não existe similar no mercado desse novo equipamento da Alarmes Santa Rita. O que tem, de acordo com Pinto, são centrais de alarme distribuídas por zonas. “No meu aparelho não tem zona. Cada sensor tem um dono e um endereço. Dá para rastrear pelo celular”, informa o empresário.

Vantagem. O novo alarme é voltado tanto para residências como empresas. E tem economia no dia a dia. “Esse produto dispensa o cliente de pagar a central de monitoramento, onde ele estiver, o alarme está com ele”, conta o empresário. A pessoa compra o alarme, ela mesma instala e é dona do produto. “É despesa zero para o resto da vida”, afirma.

Conhecimento

Fama. A maior parte dos produtos de segurança usados no país sai do Vale da Eletrônica, em Santa Rita do Sapucaí onde existem 38 indústrias que produzem equipamentos de segurança e outras nove de sistemas de radiodifusão.

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