A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras. O ano de 2014 foi do Galo. Superamos um começo de temporada difícil e avançamos no rumo de títulos cobiçados. Trouxemos dois: um internacional – a Recopa – e o outro, nacional – a Copa do Brasil, em cuja final confirmamos ques “eles sempre tremem”. Deixamos claro que “aqui é Galo”, quando superamos placares impossíveis para qualquer time, exceto o Galão da Massa. Ficamos sem o nosso maestro Ronaldinho, porém, com Tardelli e cia., não perdemos a harmonia. Revelamos talentos monstruosos como Jemerson e Carlos. Vimos o CAM brilhar entre os gigantes do futebol mundial, provando que raça e amor, mais que palavras, são o seu DNA. Causamos espanto e encanto com a paixão e a confiança da Massa e, de uma vez por todas, afirmamos o “eu acredito” como o nosso grito de guerra. Parabéns, Galão, pelo sucesso em 2014. E obrigado por ser o nosso maior orgulho!

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Eu tenho a mania de procurar na internet vídeos de jogadores que o Cruzeiro contrata, e assim foi com Felipe Seymour. E, sinceramente, gostei do que vi. Ele é um jogador com aquela velha e boa raça latina, pegador, aquele que em cada enxadada vem uma minhoca. Observei também que ele é muito bom nas bolas aéreas, e foi batedor de pênaltis na Universidade de Chile. Admito que não estou plenamente satisfeito com as atuais contratações. Por outro lado, é só no ataque mesmo que precisamos de um nome forte, já que Everton Ribeiro e Goulart são absolutos e nossos volantes dispensam comentários: Lucas Silva e Henrique repetirão a façanha da última temporada. Ainda contaremos com Judivan e desejo um 2015 cheio de oportunidades pra esse craque da base. E que Seymour jogue um futebol semelhante que do seu compatriota Maldonado em 2003!

Avacoelhada

Na reestruturação organizacional, deveria ser criado o cargo de coordenador técnico, responsável pela transição dos sub-23. Este funcionário acompanharia os jogos da base e profissional. Atuaria na montagem da equipe a fim de assegurar o desenvolvimento e aproveitamento dos promovidos. Também teria poder de vetar contratações de jovens desconhecidos, mesmo quando indicados pelo treinador, caso considere os pratas da casa mais promissores, qualificados e merecedores das oportunidades de aprimoramento na categoria principal. Enfim, teria a responsabilidade de implantar a metodologia de desenvolver o talento dos sub-23, para evitar os erros cometidos nos três últimos anos com gastos excessivos em contratações desnecessárias. Vale destacar, que Givanildo e Cláudio Prates falharam no trabalho de refinamento dos campeões brasileiros sub-20.

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