Descontração e solidariedade marcam 'peladas' deste sábado

No Rio de Janeiro, o ex-craque Zico protagonizou a 11ª edição do Jogo das Estrelas; no Sul, o argentino D'Alessandro foi o anfitrião da festa

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Jogo beneficente organizado por Zico, no Maracanã, teve estrelas e craques
Agência O Dia
Jogo beneficente organizado por Zico, no Maracanã, teve estrelas e craques

Com o ano de 2014 do futebol brasileiro encerrado, está aberta a temporada de amistosos beneficentes pelo país. Dois deles aconteceram ontem, um no Rio, no Maracanã, e outro no Beira-Rio, em Porto Alegre.

Diante de 51.540 torcedores presentes na 11ª edição do Jogo das Estrelas, o eterno craque Zico foi a grande atração. Mas o time das Estrelas Vermelhas, comandado pelo Galinho, perdeu para a equipe das Estrelas Brancas – combinado de astros internacionais que fizeram sucesso no Brasil – por 10 a 9. Os jogadores com passagem pelo Flamengo se destacaram na tradicional festa de fim de ano. Além de Zico, Léo Moura, Petkovic, Renato Gaúcho e Leonardo também marcaram. Robinho completou o placar com três gols. Felipe, neto de Zico, ainda marcou o último gol da partida.

Pelo time dos craques internacionais, o colombiano Aristizabal foi o grande nome, com três gols anotados.

No Sul. Organizado por D’Alessandro, o Lance de Craque colocou frente a frente grandes nomes do presente e do passado do futebol sul-americano. A equipe Esperança venceu a Solidariedade por 5 a 3, mas quem pôde comemorar foi a torcida, que presenciou um grande espetáculo.

Quem compareceu ao Beira-Rio acompanhou uma verdadeira festa. O dono foi D’Alessandro, e ele fez questão de exercer esse papel. Marcou o primeiro gol da partida, pelo Esperança, fez mais um ainda no primeiro tempo, de pênalti, e mudou de equipe na etapa final. Quando parecia que o show do argentino estava encerrado, ele ainda trocou de lugar com o árbitro Márcio Chagas e assumiu o apito, deixando o juiz com a camisa 10 do Solidariedade.

O primeiro tempo teve duas homenagens a ídolos do futebol sul-americano. Em pênaltis “armados”, Francescoli e Rubén Paz, grandes nomes do Uruguai nas décadas de 80 e 90, deixaram suas marcas.