Ao menos três dos indicados têm processos judiciais

iG Minas Gerais |

Brasília. Ao menos três dos novos nomes do ministério do segundo governo da presidente Dilma respondem a processos judiciais. Todos são do PMDB. A senadora Kátia Abreu (TO), indicada para ser ministra da Agricultura, responde a um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por falsificação de selo público. O senador Eduardo Braga (AM), que irá assumir o Ministério de Minas e Energia, também é investigado em um inquérito no STF por suspeita de crime eleitoral.

Helder Barbalho, que assumirá a pasta da Pesca, é investigado por improbidade administrativa na Justiça Federal do Pará.

O inquérito contra Kátia Abreu chegou ao STF em outubro deste ano e está sob a relatoria do ministro Celso de Mello. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), presidida pela parlamentar, é suspeita de emitir demonstrativos de débitos e contribuições sindicais em papel timbrado com o brasão da República.

O inquérito contra Eduardo Braga foi aberto no Amazonas em outubro de 2008, quando o senador era governador do Estado. Ele foi acusado de ter enviado a Parintins 15 policiais militares em dois aviões fretados para fazer segurança pessoal de Enéas Gonçalves, o candidato à prefeitura que apoiava.

Helder Barbalho responde por improbidade administrativa perante a 5ª Vara Federal do Pará. Uma investigação constatou irregularidades na aplicação de recursos do Ministério da Saúde em Ananindeua, no período em que Barbalho foi prefeito do município.

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