Santuário no Brasil pode ser o novo lar

iG Minas Gerais |

Buenos Aires. A sentença do tribunal estabelece um precedente na Argentina sobre como considerar estes animais, impondo que são sujeitos e não objetos que devem gozar de direitos básicos, uma medida cujo alcance é impreciso por enquanto.

Os representantes do governo da cidade de Buenos Aires, que administram o zoológico, não retornaram as ligações da reportagem para saber a resposta que darão ao tribunal. Mas, antes da sentença, o zoo já estudava alternativas para mandar Sandra para outro lugar.

“Na avaliação da coleção do zoológico, não queremos mais orangotangos porque se pode trabalhar conservação e educação com outras espécies”, explicou o biólogo Ádrian Sestelo.

Os zoológicos do mundo se encaminham para deixar de ser locais de exibição de animais para se tornar centros de conservação, educação e pesquisa. “Os zoos funcionam hoje como um seguro de diversidade genética, manejando algumas populações”, afirma.

O plano para Sandra é levá-la a um santuário natural no Brasil, com condições “iguais ou melhores” do que as do zoo de Buenos Aires ou a outro nos Estados Unidos, onde há locais especializados em orangotangos.

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