A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Entre tantos nomes citados para reforçar o maior de Minas, me peguei pensando em um fator importante: a grande tradição celeste de encontrar ou revelar para o mundo grandes jogadores. Aliás, temos dois casos recentes. Quem diria que Everton Ribeiro e Ricardo Goulart se tornariam duas referências dentro do futebol nacional e nomes certos nas convocações da seleção brasileira? Lembro até de muitos torcedores celestes criticando o esforço do Cruzeiro em trazer RG, falando que era exagerado, que teríamos que correr atrás de outros nomes. Enfim, vamos para o terceiro ano com um elenco forte e temido pelos nossos adversários. Estou confiante, tenho certeza de que teremos mais uma temporada inesquecível. Dessa vez a nação quer a Libertadores, e algo me diz que 2015 será de Marquinhos e Alisson. Contratações chegarão, mas acredito que o melhor reforço é manter o elenco.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! O último integrante do grupo do Galo na Libertadores 2015 é, outra vez, o Santa Fé, da Colômbia, que foi nosso adversário na edição passada. O leitor deve se lembrar. Nós vencemos aqui e empatamos lá, em dois jogos dificílimos. Para o próximo ano, eles mantiveram a base da equipe que enfrentou o Galo. Para mim, com a entrada do Santa Fé, esse ficou sendo o grupo mais forte da competição. É um time combativo, de muita marcação e toque de bola. Mas, como eu sempre digo, isso tem seu lado positivo: quando o Galo passar à segunda fase – e eu tenho certeza de que vai passar – já estará perfeitamente adaptado ao ritmo acirrado da competição. Será algo parecido com a Copa do Brasil deste ano, na qual o nosso time só pegou rivais fortes e, quando chegou à final, nem precisou se esforçar muito para conquistar o título. Podem vir que nós estamos prontos!

Avacoelhada

O América não precisa necessariamente de contratar outro superintendente para o lugar do Alexandre Faria. No novo organograma, as funções dos membros do conselho de administração e as respectivas metas de desempenho de cada um devem ser definidas. Assim, a participação dos nove presidentes será mais operacional do que analítica. A superintendência poderá ser trocada por uma diretoria executiva, com a contratação de um ou dois funcionários a fim de colocar em prática o plano de ações definido pelo conselho de administração e tratar dos assuntos gerenciais relacionados ao futebol. Flávio Lopes deve ser o coordenador técnico. Terá a missão de montar uma equipe competitiva e utilizando pratas da casa. Por ser um clube essencialmente formador e revelador de talentos, o profissional necessita trabalhar e aproveitar os promovidos.

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