Mattos tem sonho de trabalhar na CBF e clube de São Paulo pode ajudar

Destino do atual diretor de futebol do Cruzeiro deve ser o Palmeiras e salário não foi 'peso maior' para saída

iG Minas Gerais | GUILHERME GUIMARÃES |

Alexandre Mattos se despede do Cruzeiro em coletiva nesta terça-feira (9)
Joao Godinho/O Tempo
Alexandre Mattos se despede do Cruzeiro em coletiva nesta terça-feira (9)

O presidente Gilvan de Pinho Tavares assumirá a diretoria de futebol do Cruzeiro por tempo indeterminado. Quem garante isso é o próprio mandatário celeste, que ficará sem um diretor para o setor a partir de 31 de dezembro, quando acaba o contrato de Alexandre Mattos.

Segundo o próprio Gilvan, que agradeceu os serviços prestados por Mattos, o diretor tem um sonho pessoal de trabalhar um dia como dirigente da Confederação Brasileira de Futebol. E por isso preferiu respirar novos ares na próxima temporada.

“O Alexandre (Mattos) todos conhecem e sabem que ele prestou um serviço muito bom para a nossa gestão. Ele nos procurou, já havia nos procurado antes quando teve proposta de outros clubes, porque segundo ele, há um ideal na vida que é um dia ser diretor de futebol da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Eu alertei a ele que o clube que estava fazendo a proposta não tinha força com a CBF. Ele deveria ficar num clube próximo ao presidente da CBF, que é de São Paulo”, revelou o presidente da Raposa.

De acordo com o presidente estrelado, a decisão de Mattos em sair do clube não foi por proposta salarial maior.

“Ele fez uma opção, segundo o que ele mesmo disse, que não era de um salário maior. Está precisando de algo que fosse relevante para que ele fosse reconhecido e isso pode ajudá-lo muito. Ele está valorizado e me disse que me tem como um pai. Disse que não deixaria o Cruzeiro sem as negociações que estão pendentes e são poucas. Disse a ele que poderia ir, porque são poucas as peças que temos que trocar. Ele fez questão de continuar conosco até o fim do ano. Muitos acham estranho, mas tivemos um período de quase dois que não podemos deixar reconhecer o serviço que ele prestou”, explicou. 

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