Com tempo curto e mar instável, competição pode ser estendida

Organizadores realizam chamada nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília); etapa tem fim previsto para sábado e ainda restam cinco eliminatórias

iG Minas Gerais | BRUNO TRINDADE |

Mick Fannig, Gabriel Medina e Kellu Slater (da esquerda para direita) brigam pelo título mundial
ASP DIVULGAÇÃO
Mick Fannig, Gabriel Medina e Kellu Slater (da esquerda para direita) brigam pelo título mundial

O Campeonato Mundial de surfe segue com dificuldades de ser realizado em sua sequência normal. Ora o mar está agitado demais e pode representar perigo para a integridade dos atletas, ora a maré está muito baixa, o que impede a prática do esporte. Durante 10 dias, apenas em três os surfistas puderam competir. Com isso, a etapa, que tem até o dia 20 de dezembro para ser finalizada, segue com o seu cronograma apertado.

Nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), os organizadores realizam mais uma chamada para ver se a competição poderá ser reiniciada conforme as condições do mar. Caso as disputas voltem ao seu ritmo normal, serão apenas três dias para realizar todas as baterias e conhecer o futuro campeão mundial. Ainda restam cinco eliminatórias. Caso o mar, nas duas datas restantes, continue apresentando condições inadequadas, a última etapa do Mundial de surfe pode ser prorrogada por mais tempo.

Em entrevista para a Folha de S. Paulo, na última segunda-feira, o diretor da Associação dos Surfistas Profissionais (ASP), Renato Hickel, declarou que é permitido estender a etapa além do dia 20, no entanto isso raramente acontece. No Havaí, por exemplo, existe um acordo com a comunidade local para a liberação da praia no período estipulado para o uso da população. “As regras aqui são mais complicadas. É muito pouco provável que o campeonato se estenda”, afirmou.

Por isso, o esforço será para que a competição seja, de fato, encerrada no dia 20 de dezembro. 

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