CBV diz a Banco do Brasil que vai adotar sugestões de Controladoria

Entidade promete implementar todas as medidas propostas pela Controladoria Geral da União em até 90 dias

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Walter Pitombo Larangeiras, o Toroca (à direita) se reunirá com representantes da associação no próximo dia 29
CBV - DIVULGAÇÃO
Walter Pitombo Larangeiras, o Toroca (à direita) se reunirá com representantes da associação no próximo dia 29

A CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) comunicou o Banco do Brasil nesta quinta (18) que vai implementar em até 90 dias todas as medidas sugeridas pela CGU (Controladoria Geral da União) sobre as irregularidades encontradas em contratos. O banco, ao suspender o patrocínio de R$ 70 milhões anuais ao vôlei, havia dado cinco dias para a entidade se posicionar. O que foi cumprido. "Auditoria externa, regulamento de contratações, vetos de empresas suspeitas, criação de comitê de apoio e, o principal, reaver judicialmente os valores de contratos apontados pela CGU como irregulares", são as ações, diz a CBV. Abaixo, a íntegra da nota da CBV: "A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) comunicou oficialmente ao Banco do Brasil nesta quinta-feira (18.12) que todas as medidas sugeridas pela Controladoria Geral da União serão implementadas na entidade no prazo de 90 dias. O cumprimento integral das ações demonstra que a nova gestão se compromete com uma governança responsável e transparente. Auditoria externa, regulamento de contratações, vetos de empresas suspeitas, criação de comitê de apoio e, o principal, reaver judicialmente os valores de contratos apontados pela Controladoria Geral da União (CGU) como irregulares. A CBV, com essas medidas, demonstra que os conceitos administrativos usados em gestões anteriores não condizem com as diretrizes atuais. Assim, a entidade confia que a parceria mais sólida do marketing esportivo nacional continue rendendo os resultados costumeiros. De conhecimento de todas as ações desenvolvidas pela entidade, os técnicos José Roberto Guimarães e Bernardo Rezende manifestaram apoio incondicional aos dirigentes que têm a responsabilidade de administrar o atual momento do voleibol brasileiro. A CBV espera que o Banco do Brasil restabeleça o repasse de recursos do patrocínio para que a realização das etapas do Circuito Open de Vôlei de Praia e o planejamento das seleções brasileiras em todas as suas categorias não sejam prejudicados. A proximidade da realização dos Jogos Olímpicos pela primeira vez no Brasil evidencia a importância da manutenção do patrocínio do Banco do Brasil."

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