CV – tática diversionista

iG Minas Gerais |

CV são as letras iniciais de “comissão da verdade”, mas são, também, de “comando vermelho”. Entendam como quiserem... Comissão da Verdade! Nunca vi nada mais diversionista do que essa tática, que foi usada para desviar a atenção das autoridades e do povo das roubalheiras e dos escândalos que pululam (sem trocadilho) no governo e no país. Uma desgraça... Intempestiva, tendenciosa e inconstitucional, desde que tratou de fatos no prazo que quis, e não no prazo fixado pela lei que a criou. Nada mais é que um esperneio de derrotados, uma vez que não houve isenção na apuração dos fatos. Houve tortura? Sim, todo mundo sabe disso. Alguém, exceto os praticantes desse crime hediondo, está de acordo com uma desgraça dessas? Rotundo “não”. Quem apanhou era santo e lutava pela redemocratização do país? Nunca, nunquinha... Lutava para a implantação de outra ditadura, sangrenta e comunista, nos moldes da implantada em Cuba pelo sanguinário Fidel Castro. Mas esse povo de esquerda é tão parcial que insiste na versão de que Guevara, assassino profissional, foi assassinado nas selvas da Bolívia, lutando pelas liberdades democráticas. O cara era um profissional da morte e estava lá matando cidadãos bolivianos. Abatido como Lamarca nos sertões baianos, é reverenciado pelos vermelhos como herói. Então tá... Por acaso o leitor já ouviu falar em Fernando Pereira, comerciário; Edmundo Janot, lavrador; Demerval E. dos Santos, guarda de segurança; Sulamita C. Leite, dona de casa; Tomaz P. de Almeida, sargento da Polícia Militar de São Paulo; Demerval Pires, cobrador de ônibus; e mais uma lista de 126 pessoas oficialmente reconhecidas e registradas como tendo sido mortas pelos comunas e terroristas? É claro que não, nem o leitor, nem eu, nem ninguém, porque a tal Comissão da Verdade só apurou a morte de quem lhe interessava. Eu tenho horror de terroristas e assassinos profissionais. Mas duvido que alguém tenha apanhado porque estava rezando. Se bem que muitos desses terroristas vestiam batinas, a mesma tática dos alemães nazistas ou comunistas russos. Aqui, agora, está na moda elaborar listas de torturadores da direita e enfatizar a nobre atuação dos grupos que militaram naquele tempo querendo uma pseudorredemocratização do país. Quanto mais o tempo passa, mais a mentira cresce, e não vamos livrar a cara da Igreja ou de parte dela nesses sombrios e tristes episódios. Posando de heróis, mesmo depois de terem sido expulsos da ordem, os chamados “padres intelectuais” continuam cuidando de política partidária sob a capa da ação social. Nós os conhecemos bem. Nós quem, cara pálida? Nós, da paz, que não somos profissionais de doutrinas. Mas que dizer da situação quando a própria presidente é uma terrorista e assaltante de banco? Fiquei comovido quando vi a fotografia de Dona Dilma chorando, ao receber o relatório das mentiras da Comissão da Verdade. Quem não te conhece, que te compre...

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