A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Muitos nomes comentados, muitas saídas sendo especuladas e possíveis contratações investigadas de todos os lados. Muitos dizem não ter certeza do futuro celeste, já eu, tenho certeza de que teremos outro ano incrível e com um título de ponta chegando. Sabe o que me deixa confiante? São aqueles não tão badalados pela mídia, como Judivan, Hugo Ragelli, e Eurico, ou até mesmo o próprio Marquinhos, que chegou sob desconfianças da torcida e mostrou sua qualidade, colaborando de forma crucial em jogos complicadíssimos. Temos grandes jogadores, todos excelentes profissionais e uma garotada afim de jogo, querendo mostrar seu futebol e cravar sua marca na história do maior de Minas. Os reforços são essenciais, porém, o segredo do sucesso é manter a estrutura do time, e assim todos que vierem encaixarão como uma luva.

A voz da Massa Saudações alvinegras! Parece que a confirmação do contrato de Lucas Pratto com o Galo deu uma travada. Normal. Dá para entender que a diretoria esteja aguardando os pormenores serem definidos para anunciar de vez a contratação do matador argentino. É o certo, depois daquela do tal francês, que em março deste ano acertou com o clube, e depois o Kallil acabou desistindo dele. Provavelmente, o pessoal do Galo não quer mais correr o risco de anunciar o contrato e depois ver a coisa dar para trás. Mas, pelas minhas fontes confiáveis e também pelo que tenho ouvido de uns amigos muito sérios da imprensa, a transação já está sacramentada, e, no meio desta semana, Pratto deve chegar a Beagá para finalizar o que resta. Portanto, podemos ficar tranquilos que o “El Matador” já é nosso. Um braço para a Hédila Polônio, professora nota 10 e atleticana inveterada. Dá-lhe, Galo!

Avacoelhada O América é assim: “Duzentos anos lhe serviria, se não fosse tão curta a vida para tão longo amor”. Desde modo, o advogado e professor Guilherme José, o Valsechi, encerrou um tópico criado por ele, no Fórum da Avacoelhada, quando fez referência à crônica do saudoso Márcio Prado, escrita na conquista do campeonato de 1971. Valsechi fazia questão de transmitir a americanidade de pai para filho. Vitor e Mateus se tornaram americanos antes dos respectivos nascimentos. Caso houvesse alguma atividade na escola dos filhos, só com a participação de atleticanos e cruzeirenses, Valsechi cobrava dos professores a inclusão e o respeito ao América. A família sempre uniformizada marcava presença nos jogos, inclusive nos clássicos contra a dupla rival. Aliás, no sábado de manhã, pai e filhos estavam na sede para comprar mais camisas do Coelhão.

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