Escolinhas viram celeiros no interior

iG Minas Gerais |

Mesmo que paliativas, as equipes do interior tentam soluções para aproveitar garotos da região. No Guarani, em Divinópolis, o clube faz uma espécie de garimpada em escolinhas de futebol da cidade e região.

“Não temos estrutura física. Já usamos o Farião para o profissional treinar e jogar. Mas observamos atletas nas escolinhas. Dos nossos 28 atletas para a disputa do Campeonato Mineiro, 11 são da região”, explica o vice-presidente do Bugre, Vinícius Morais.

No Alto Paranaíba, o Mamoré chegou a fazer uma parceria com o Nacional, de Nova Serrana, para a disputa do Campeonato Mineiro Júnior, em 2013. A intenção agora é criar uma categoria de base própria.

“Ainda não temos, mas vamos montar no ano que vem. Temos toda a estrutura com alojamento para 30 garotos. Estamos tentando recursos da Lei de Incentivo ao Esporte”, adianta o presidente do Sapo, Adalberto Ribeiro.

A reportagem tentou ouvir a Federação Mineira de Futebol sobre os planos ou projetos para a categoria de base no Estado, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.  Chances de promoção

Aproveitamento. Segundo o gerente técnico das categorias de base do Atlético, André Figueiredo, de 20% a 30% dos atletas garimpados pelo clube vêm de equipes do interior de Minas. De BH e região, o índice varia de 50% a 60% e, no país, de 10% a 15%.

Empresários. A maioria dos times que disputam torneios de base são bancados por investidores. Jacutinga, Estrada Real, Meridional e AMDH são exemplos de equipes pouco conhecidas no cenário mineiro que disputaram a competição júnior em 2014

 

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