Escolha do vice-presidente gerou impasse e tensão entre aliados

iG Minas Gerais | Tâmara Teixeira |

Apesar de os vereadores de Belo Horizonte afirmarem que a noite, entre quinta e sexta-feira, que passaram juntos os 26 aliados do novo presidente da Câmara, Wellington Magalhães (PTN) foi de união, o grupo viveu um momento de impasse e muita tensão.

A discordância apareceu no momento da escolha da primeira vice-presidência, um dos cargos mais cobiçados na Mesa Diretora. Estavam no páreo Ronaldo Gontijo (PPS), Henrique Braga (PSDB), Bruno Miranda (PDB) e Pablito (PV).

Após a articulação do prefeito Marcio Lacerda (PSB), Pablito e Bruno Miranda aceitaram o “remanejamento” para a segunda vice-presidência e corregedoria, respectivamente. Continuaram na disputa Gontijo, que recebeu o apoio declarado de Lacerda e de Magalhães, e Braga, nome forte entre os aliados, que acabou definido no cargo. Pablito (PV) será o segundo vice-presidente e Coronel Piccininni (PSB) secretário-geral. Dr. Nilton (PROS) é o novo primeiro-secretário e Pelé do Vôlei (PTdoB), o segundo. O ouvidor será Daniel Nepomuceno (PSB) e o corregedor, Bruno Miranda (PDT).“Foi preciso uma votação secreta. Não podíamos correr o risco de um racha naquele momento”, afirmou um dos presentes na “concentração”.

Passada a eleição, Gontijo diz que não ficou chateado. “Não era algo que fazia questão. Estou há muitos anos nesta Casa e já exerci todos os cargos aqui. Fico satisfeito com o desfecho”. (Com Larissa Arantes)

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