Cenários e até cápsula virtuais

Brinquedos radicais e tradicionais carrinhos bate-bate são diversões exclusivas do Quantum of the Seas

iG Minas Gerais | Eduardo Maia |

A gôndola North Star é um dos destaques do Quantum of the Seas
Eduardo Maia/Agência O GLOBO
A gôndola North Star é um dos destaques do Quantum of the Seas

No deck 5, o mesmo do Bionic Bar, fica do Two70, outra inovação da classe Quantum. O espaço de shows na proa do navio tem esse nome pela angulação de seus janelões, em 270°. Se durante o dia elas mostram o que está à frente do navio, à noite se transformam em imensos telões, de altíssima definição, de 30 m de largura e 6 m de altura. Ali imagens são projetadas formando o cenário para os musicais “Starwater” e “The Virtual Concert”, elaborados exclusivamente para o navio. O palco também é mutante, com plataformas que sobem e descem conforme o espetáculo. Mas a cereja do bolo são os Roboscreens, seis telas móveis que formam componentes cênicos independentes, interagindo com os artistas.

Varandas

Se os janelões do Two70 projetam imagens fantásticas, em 375 cabines internas telões se passam por varandas virtuais. O expediente não é inédito no mundo dos cruzeiros – na Disney Cruise Line há escotilhas virtuais em cabines sem vista –, mas no Quantum o resultado chega perto da perfeição. Os telões (do chão ao teto) transmitem imagens captadas em tempo real por duas câmeras na ponte de comando.

Para uma vista inesquecível, no entanto, nada melhor que a North Star, a atração que se tornou a marca registrada do navio. Com capacidade para 14 pessoas, a cápsula com paredes transparentes é erguida por um braço mecânico a 22 m de altura sobre o Deck 16 e a quase cem metros sobre o nível do mar. Em 15 minutos de um passeio suave, tem-se uma vista de 360°, como se estivesse fora do navio.

Carrinho bate-bate, surfe e queda livre

Outra atração inédita em alto-mar, que também faz com que o passageiro tenha a sensação de estar voando, é o RipCord by iFly. Ele simula uma queda livre de sete metros de altura, em uma câmara fechada e com ventiladores superpotentes. A brincadeira não chega a durar um minuto, e para participar é preciso enfrentar uma longa fila, fazer um treinamento relâmpago, assinar dez páginas de formulários de segurança e colocar macacão, capacete e óculos especiais. Mas vale a pena, ainda que a maioria não consiga planar sem a ajuda do instrutor.

O RipCord fica de frente para o Flow Rider, simulador de surfe, que mesmo não sendo novidade – existe no Oasis of the Seas – não tem cara de brinquedo velho. Se preferir uma atração uma novidade vá ao Seaplex, uma quadra poliesportiva para basquete e vôlei que se transforma em rinque de patinação e palco de aula de ginástica e circo. Mas nenhuma faceta no navio é tão divertida quanto a de pista de bate-bate. 

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