Diversão e arte na carreira

Rafael Zulu exalta papel descontraído em “Sexo e As Negas”, série de Miguel Falabella na Globo

iG Minas Gerais | luana borges tv press |

“A equipe toda se conhece há muito tempo e eles misturam trabalho com amizade. Eu faria aquilo ali para sempre”
CZN
“A equipe toda se conhece há muito tempo e eles misturam trabalho com amizade. Eu faria aquilo ali para sempre”

A personalidade tranquila de Rafael Zulu se reflete diretamente na maneira como encara o trabalho. Não é à toa que o ator se sente à vontade ao interpretar o sedutor Élder, em “Sexo e As Negas”, seriado da Globo.

Na pele de um personagem leve da história de Miguel Falabella, Zulu confessa que esse foi o projeto mais divertido do qual já participou na televisão. E ainda se surpreendeu com o reconhecimento do autor e da diretora Cininha de Paula.

A princípio, escalado apenas para uma participação em três episódios – são 13, no total –, ele foi convidado a permanecer até o fim da série. “Fiquei muito feliz! A equipe toda se conhece há muito tempo e eles misturam trabalho com amizade, o que é difícil dentro de uma empresa que gira em torno de resultado. Eu faria aquilo ali para sempre”, empolga-se.

A repercussão junto ao público, no geral, também foi positiva. Pelo menos, foi o que Zulu percebeu depois da estreia da série. Isso porque, antes mesmo de ir ao ar, a produção recebeu uma enxurrada de críticas e acusações de ser racista. “Depois que começou, muitas pessoas que estavam criticando o conteúdo da produção deram o braço a torcer de uma maneira carinhosa, inclusive. Eu já estava gravando e vi que não era nada do que estavam falando”, recorda.

Passada toda a polêmica inicial, “Sexo e As Negas” exigiu de Zulu um desprendimento, até então, inédito em sua carreira na televisão. É que o ator protagonizou diversas cenas sensuais e sem roupa ao lado da cantora e atriz Karin Hils, que vive Zuma, uma das protagonistas de “Sexo e As Nega”. “São cenas técnicas e difíceis para fazer. A gente tinha de criar uma grande intimidade para que ficasse bacana e para que o público acreditasse naquela relação entre os dois. Quando recebi o roteiro pela primeira vez, confesso que foi desesperador, mas fluiu e deu tudo certo”, admite Zulu, aos risos.

Preferências O que falta na televisão: Entretenimento para o adulto O que sobra na televisão: Sensacionalismo demais Livro: “O Navio de Ouro”, de Gary Kinder Música: Samba Com quem gostaria de contracenar: Tony Ramos Ator: Sidney Poitier Atriz: Meryl Streep Se não fosse ator, o que seria: Infeliz Humorista: Jim Carrey Novela preferida: “Tieta”, exibida pela Globo em 2010 Vilão marcante: Renato Mendes, interpretado por Fábio Assunção em “Celebridade”, de 2003

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