Compra de votos no centro da discussão

Ontem, após a vitória de Wellington o assunto voltou à tona. Magalhães disse que Pimentel ligou para vereadores aliados da base enquanto o grupo estava no hotel

iG Minas Gerais | Tâmara Teixeira |

Na semana anterior à eleição de ontem, acusações de tentativas de compra de votos foram feitas tanto pelos apoiadores de Juninho Paim (PT) quanto de Wellington Magalhães (PTN).  

Vereadores independentes acusaram interlocutores do petista de oferecerem cargos no futuro governo de Fernando Pimentel em troca de apoio à Paim. Além disso, teriam sido oferecidos até R$ 200 mil para ajuda na campanha de reeleição de 2016.

Outros parlamentares também disseram ter recebido a proposta de R$ 200 mil de apoiadores de Magalhães e a promessa de cargos na prefeitura.

Ontem, após a vitória de Wellington o assunto voltou à tona. Magalhães disse que Pimentel ligou para vereadores aliados da base enquanto o grupo estava no hotel.

“Vocês (aliados) sabem o que passamos essa noite. Eles falaram entregar a Cidade Administrativa para ter o comando dessa Câmara”, disse Magalhães.

“O Pimentel está preocupado é com a herança maldita que vai receber do Estado”, rebateu Paim. 

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