Solidão para começar uma trajetória na TV

Atriz mineira integra elenco de “Meus Dias de Rock”, nova série do Canal Brasil

iG Minas Gerais | fabiano fonseca |

Desafio. Mariana encarna uma personagem poética e enigmática em seu primeiro trabalho na telinha
carol beiriz/divulgação
Desafio. Mariana encarna uma personagem poética e enigmática em seu primeiro trabalho na telinha

Músicos egocêntricos, vocalista autodestrutivo, falta de dinheiro, traições, paixões, drogas, loucuras... A formação da fictícia banda Coelho Branco passa por todas essas questões em “Meus Dias de Rock”, nova série que estreia hoje, às 22h, no Canal Brasil.

Com direção musical do produtor Kassin e composições de Cícero e Wado, a obra foca histórias do quinteto formado pelo vocalista Lucas (Bernardo Barreto), o baixista Charles (Pedro Coelho), o guitarrista Vinícius (André Pfeifer), o tecladista Felipe (Pedro Gracindo) e o baterista Alexandre (André Coelho).

Na luta para sair do anonimato, a banda é liderada pelo poético e problemático vocalista Lucas. Entre suas loucuras e delírios, ele encontra paz, poesia e coragem em Solidão, uma personagem instigante e enigmática, que retrata a consciência do protagonista.

E Solidão marca a estreia da belo-horizontina Mariana Ruggiero, 33, na televisão. E uma estreia logo com uma personagem desafiadora e complexa. “Acho que todos nós temos uma solidão. Ela é a do Lucas. A personagem faz ele persistir na vida. Ela sempre aparece quando ele está sozinho e pode ser, sim, real. Eles vivem uma história de amor”, diz Mariana.

A atriz conta que, para se preparar para uma personagem indecifrável e complexa, mergulhou a fundo, primeiro, no personagem Lucas. Depois, buscou compreender a sua própria solidão. “De certa forma, Solidão pode ser um contraponto para Lucas, diante das suas excentricidades, suas loucuras. Ela chega para dar poesia à série”.

Tamanha complexidade não chegou a ser um problema para Mariana, por se tratar de uma estreia. “Acho até melhor assim. Outra coisa foi que me apaixonei pela personagem e isso facilitou. Um grande desafio foi a linguagem inédita que tive que lidar, mas a parceria com o Bernardo (Barreto) também ajudou na construção”, ressalta.

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