Moradores buscam outras alternativas

iG Minas Gerais |

Os moradores também questionam que até o momento, a construtora não apresentou nenhuma proposta para o trânsito local que, em sua grande maioria, é composto por ruas com faixas simples, que ficam bastante movimentadas nos horários de pico e sofreria um impacto ainda maior com a construção das torres. Além disso, a população local também ressalta que a única contrapartida oferecida pelo proprietário foi a doação de 10 mil m² do terreno para a construção de um parque ambiental, preservando toda a fauna e flora, com livre acesso da população. “Essa área só será doada porque é um espaço que não interessa a construtora, já que as leis do município não permitem a construção no local citado por ser um barranco”, ressalta o engenheiro e representante da Ambar, Cláudio Gomes.

De acordo com o Cláudio, nas reuniões da associação muitas pessoas já se mostraram dispostas a elaborar uma proposta em parceria com o poder público para recuperar e administrar a mata. “Existem muitas ideias e formas de compensar esse investimento unindo desenvolvimento urbano e preservação. Nossa associação tem membros capacitados, com formação técnica, que têm disposição em ajudar a encontrar uma alternativa viável. Não queremos que o proprietário fique no prejuízo, mas é necessário rever esse projeto sem visar apenas o lucro”, finalizou.

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