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Especialmente para o Gastrô, o chef Jaime Solares criou um coelho ao molho pardo Inspirado em um clássico francês
Mariela Guimarães
Especialmente para o Gastrô, o chef Jaime Solares criou um coelho ao molho pardo Inspirado em um clássico francês

A pedido do Gastrô, o chef Jaime Solares preparou um prato com sangue fresco, que ele não serve em seu restaurante, o Borracharia Gastropub. A receita escolhida por ele foi o coelho ao molho pardo, um prato inspirado no Civet de Lapin (a pronúncia é civê de lapãn), um clássico da gastronomia francesa.

Embora seja absolutamente contrário à proibição do uso de sangue nas cozinhas, Solares acha que o ingrediente não pode ser usado em qualquer circunstância. “É um produto extremamente perecível e delicado, que demanda uma extrema responsabilidade, muito mais do que qualquer outro. Sou a favor de criarem uma licença especial para os chefs que queiram usar, e que eles sejam mais frequentemente fiscalizados por isso. No mercado, infelizmente, existem muitas pessoas mal-intencionadas com práticas condenáveis, inclusive de higiene”, diz ele.

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