Como os mineiros fazem

iG Minas Gerais |

Na falta de regras claras para o uso do sangue na cozinha, restaurantes mineiros que trabalham com o produto vivem uma situação de insegurança jurídica. Apesar de não ser regulamentado, ele não é proibido. O restaurante Dona Lucinha compra o frango e o sangue congelado de um mesmo fornecedor, e conta com a consultoria de uma empresa que, diariamente, testa amostras do sangue usado. Já o restaurante Maria das Tranças abate os próprios animais. Na unidade do bairro São Francisco, o estabelecimento tem alvarás para funcionar como matadouro, empresa de beneficiamento de produtos animais e restaurante.

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