Ministério: ‘Documento é fato jurídico’

O Ministério Público Federal vai utilizar o relatório do grupo para analisar a abertura de novas ações contra militares e ex-agentes da repressão suspeitos de crimes na ditadura

iG Minas Gerais |

Brasília. Em nome do Ministério Público, a vice-procuradora geral da República, Ela Wiecko, afirmou ontem que o relatório da Comissão Nacional da Verdade “gera consequências jurídicas”. “Além de ser um fato político, (o documento) é um fato jurídico”, afirmou ontem em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal.

O Ministério Público Federal vai utilizar o relatório do grupo para analisar a abertura de novas ações contra militares e ex-agentes da repressão suspeitos de crimes na ditadura. Em sua fala, Wiecko ainda deu destaque à necessidade de maior atenção aos abusos sofridos por indígenas durante a ditadura militar (1964-1985). “Não é justo que agora não reconheçamos essa espoliação (dos índios)?”, disse.

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