A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Que festa linda e magnífica a do tetracampeonato, e que partida do Cruzeiro contra o FluminenC. Toda a equipe está de parabéns. Quero destacar a frieza da academia celeste, que, mesmo tomando o gol, não mudou seu estilo de jogo se afobando ou deixando sua defesa vulnerável aos ataques do adversário. Sou extremamente passional, e minha coluna reflete o sentimento de um torcedor apaixonado e fanático pelo Cruzeiro, e ainda assim é impossível expressar em palavras a emoção de ter mais uma taça na galeria do maior de Minas. Esse troféu é o símbolo máximo da ostentação futebolística, a prova da disparidade absoluta, afinal, contra fatos não há argumentos. Parabéns, nação azul, essa conquista é de todos nós, dos guerreiros em campo, dos loucos nas arquibancadas e de cada um que carrega o orgulho de ter peito 5 estrelas!

Avacoelhada

Carlos Renato e Xavier deveriam ser os respectivos substitutos de Raul e Gilson. Williams e Patrick também seriam opções de reposição. Mas, sem treino, não se ganha jogo. Ritmo é fundamental até para jogadores experientes. Embora dentro de campo o desempenho do time americano tenha sido para conquistar o acesso antecipadamente, a falta de planejamento da transição para o profissional continuou. Desde o início do ano, a integração, o desenvolvimento e aproveitamento dos nascidos em 94 precisariam ser mais bem executados. Além de os sub-20 completarem a lista dos 23 relacionados nos jogos em casa, participarem dos coletivos, dos treinos táticos e técnicos e entrarem em algumas partidas de acordo com as condições favoráveis. Renato Santos na zaga, com Vitor Hugo na lateral, Mancini e Tchô talvez sejam as alternativas de substituição.

A voz da Massa

O Galo encerrou a sua participação na temporada 2014 em um jogo empatado com o Botafogo, no último domingo, em Brasília. Mais para frente iremos falar dos detalhes da temporada, mas, de antemão, já podemos dizer que foi um período bastante positivo. Trouxemos para casa um título internacional – a Recopa Sul-americana – e conquistamos a Copa do Brasil em cima do nosso rival, o que, aliás, foi a parte mais fácil da conquista. Tivemos boas revelações no time, vindas da base, e a concretização de promessas, como Jemerson, Carlos, Eduardo e outros que brilharam no time profissional. Cometemos erros, sim, como a contratação de Paulo Autuori, mas consertamos tudo ao trazer Levir Culpi. E ninguém os engane, meus leitores, este foi o ano do Galo. Por mais que tentem inventar outro herói, o retrospecto prova que o Galo foi o grande vencedor da temporada. 

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