Paciente participou de estudo e está viva

O Dr. Patrick Y. Wen, diretor de neuro-oncologia no Instituto do Câncer Dana-Farber, em Boston, que não participou do estudo, afirmou que até agora havia ceticismo dos médicos quanto ao tratamento

iG Minas Gerais | Denise Grady |

NOVA YORK, EUA. Os pacientes que utilizaram o aparelho tiveram resultados mais positivos que aqueles que não usaram: sua média de sobrevivência foi de 19,6 meses, comparado com 16,6 meses em pacientes submetidos apenas oferecidos para todos os envolvidos. Essa foi a primeira vez que os avaliadores sugeriram a interrupção de um tratamento de câncer no cérebro porque a alternativa era tão superior..

O Dr. Patrick Y. Wen, diretor de neuro-oncologia no Instituto do Câncer Dana-Farber, em Boston, que não participou do estudo, afirmou que até agora havia ceticismo dos médicos quanto ao tratamento. Mas “esses resultados parecem ser reais, por isso, as pessoas certamente vão começar a adotá-lo”, afirmou Wen.

Maureen Piekanski, 59, sofre com o glioblastoma e participou do estudo em Throop, na Pensilvânia. “Ele chamou minha atenção porque não era invasivo nem me deixaria mais doente. Valia a pena tentar, e eu não tinha nada a perder”. O radiologista disse a ela que se sobrevivesse 15 meses, estaria de parabéns. Ela está usando o aparelho desde agosto de 2011 – há mais de três anos. O tumor desapareceu, e a doença não voltou. Ela passa por ressonâncias magnéticas a cada dois meses. 

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