Qualificação é questionada

Para o vice-presidente da CDL-BH, outro problema é que, além de poucos, os fiscais precisam ser mais qualificados

iG Minas Gerais | ludmila pizarro |

Para Marco Antonio Gaspar, vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojista de Belo Horizonte (CDL-BH), a fiscalização da prefeitura no que se refere a ambulantes “é falha”. Gaspar afirma que o prejuízo que a falta de fiscalização traz ao comércio é “imensurável”. “O comércio é o primeiro a ser prejudicado, mas todos perdem, porque o setor deixa de empregar. Além disso, são impostos que estão deixando de ser arrecadados, ou seja, prejuízo para todos os cidadãos”.

Para o vice-presidente da CDL-BH, outro problema é que, além de poucos, os fiscais precisam ser mais qualificados. “O tratamento do ambulante é diferente de um artesão, que pode expor seus trabalhos na rua. Porém, a prefeitura alega que o fiscal não sabe distinguir um produto artesanal de um manufaturado. Nesse caso, precisam oferecer qualificação”, opina.

O secretário municipal adjunto de Fiscalização, Alexandre Salles, rebate as críticas. “Não vou comentar a qualificação dada aos fiscais quando a secretaria iniciou suas atividades porque não estava aqui. Porém, hoje estamos investindo em qualificação continuada. Ou seja, estamos aperfeiçoando e atualizando os fiscais constantemente”, diz Salles. Na semana passada, 381 fiscais passaram por um treinamento com aulas teóricas de manhã e prática na parte da tarde. 

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