‘Devemos o pacto à nova geração’

iG Minas Gerais |

LIMA, PERU. “O relatório é um lembrete poderoso de que custo potencial da inação tem um preço real. Os debates das bases econômicas da nossa resposta às mudanças climáticas precisam ser mais honestos”, acrescentou Achim Steiner, diretor executivo do Pnuma. “Nós devemos isto a nós mesmos, mas também à próxima geração, pois serão eles que terão que pagar a conta”, prosseguiu.

Celebrada em Lima, a Conferência das Partes sobre a Convenção-quadro sobre as Mudanças Climáticas (COP20) reúne 195 países e a União Europeia em negociações que tem como uma de suas principais tarefas delinear as linhas gerais de um pacto climático que as partes assinarão em 2015, em Paris. Não é uma tarefa simples, pois há anos, as negociações têm sido afetadas pelas imensas brechas entre ricos e pobres sobre quem deve carregar o maior fardo do corte das emissões, o que representa uma difícil migração, tanto política quanto econômica, do uso de energias fósseis, abundantes e baratas, para fontes mais limpas, que precisam de investimento.

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