“Caro Paulo...”

iG Minas Gerais | Paulo Bressane |

Clique: Paulo e Vânia Bernardes, leia-se Manoel Bernardes Joias, no GP de Fórmula 1
Arquivo Paulo Bressane
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Você já está cansativo com suas matérias, isso pode ser trabalhado em um divã de um psiquiatra. Você, que se diz rico, não aprendeu a perder e nem a dividir. Conheço muitos pobres que trabalham, e muito, mas mesmo assim ganham pouco, aí está a vantagem dos programas sociais. É muito fácil ficar atrás de uma mesa filosofando e os escravos trabalhando para você e outros ganhando um salário inválido. Vocês falam de ética pensando só no prazer de vocês. Diretores de escolas privadas pagam o piso para os professores, ganham horrores através deles e falam que se pudessem pagavam mais; hipocrisia. É assim que os que se acham poderosos vão fazendo com seus trabalhadores escravos. Para com esse discurso ridículo de Ludilma, aceite que perdeu...” Vamos lá. Quanto ao divã de um psiquiatra, fiz algumas sessões com a Cláudia França e saí muito satisfeito. Quanto à afirmação de que eu me digo rico, não sei de onde surgiu tal ideia, talvez seja porque bato contra o socialismo, ao defender a desigualdade social do Canadá, Austrália ou Nova Zelândia e repudiar a igualdade social de Cuba ou Coreia do Norte. Ao dizer que não sei perder e dividir, digo que já perdi muito, mas sempre continuei de pé. E tenho pena de quem não sabe dividir, pois um dos maiores prazeres da vida está no ato de compartilhar. Mas vamos ao que interessa. Segundo pesquisas, no Brasil há cerca de 200 mil pessoas sendo exploradas no trabalho de forma desumana. Falha do Estado, que não cumpre seu papel a contento, fiscalizando e coibindo esta abominação de forma severa. Quanto À escravatura na educação privada, como nesta colônia verde e amarela existem cerca de 8,5 milhões de alunos na rede privada contra cerca de 41,5 milhões na rede pública, sendo que os salários dos docentes públicos estão entre os piores do mundo, há de se perguntar: quem são os exploradores aqui? Numa resposta curta e simples, podemos dizer que o ensino não merece a atenção que deveria por parte do poder público porque uma educação de qualidade leva as pessoas a pensar de forma crítica e esclarecida, o que as torna muito perigosas para o mundo político. Quanto as menções a Ludilma, elas continuam, para o mal ou para o bem, como no caso da escolha para a equipe econômica. Tomara que ela tenha peito para enfrentar os radicais de seu partido, assim como as alucinações dos intelectuais da esquerda. ENTRE A GENTE Paulo Navarro comemorou os 25 anos de colunismo em um grande encontro no Clube Chalezinho. Para marcar a data, uma requintada publicação sobre parte de sua trajetória foi encartada em O TEMPO da última semana. Polêmico, Paulo construiu afetos e deflagrou desafetos, mas, como afirmado em sua entrevista na edição especial, hoje ele se diz mais calmo, centrado e preocupado em não “causar”.

A empresária Daniela Lara, sempre atenta ao aquecido crescimento da alimentação saudável e do mercado sem glúten, desenvolveu panetones, chocotones e bolos variados para abastecer suas quatro lojas Empório Nutri. Os produtos chegam para acrescentar novos sabores sem glúten às festas de fim de ano.

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